domingo, 29 de maio de 2011

Programa Partido Pelos Animais e pela Natureza

Aqui fica um atalho para um dos panfletos do Partido pelos Animais e pela Natureza, que concorre no próximo dia 5 de Junho nas legislativas. Como podem ver é um partido que se preocupa fundamentalmente com os animais e pela natureza, podendo ser do interesse dos nossos visitantes

Workshop para Treino de Cães

O nosso grupo teve conhecimento de um workshop interessante que alguem poderá estar interessado e como tal deixamos aqui o cartaz publicitário para quem quiser saber mais informações acerca desta iniciativa. 

Para mais informações: www.futuredogs.com



terça-feira, 22 de março de 2011

Voluntariado

No dia 13 de Março, o nosso grupo cumpriu mais uma das suas actividades previstas e participou num voluntariado no jumbo juntamente com a Associação Sobreviver. Os resultados alcançados foram acima das expectativas, com por volta de 100 panfletos distribuidos, 40 rifas vendidas e muita ração angariada. Obrigado a todos os que ajudaram, dentro de dias participaremos novamente noutra actividade.



Linha de apoio SOBREVIVER 760 300 272 a associação agradece! (valor da chamada 0.60 + iva)

domingo, 16 de janeiro de 2011


Após conversa entre os membros do grupo ficou decidido que vamos em principio a duas escolas básicas do concelho de Setúbal, promover entre os mais novos, aqueles que representam o futuro, um maior cuidado e solidariedade com os animais .

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Vantagens e Deveres de ter um cão

VANTAGENS EM TER UM CÃO:
  • Estímulo social aportado à família: falar do cão, tratá-lo e brincar com ele, o interesse manifestado pelo animal revela-se positivo para o agregado;
  • A presença do cão representa uma companhia muito importante para quem vive só;
  • Relaxamento proporcionado ao homem por um passeio com o seu cão, brincadeiras e carícias (alguns estudos demonstraram até que o rimo cardíaco do ser humano diminui quando acaricia o seu cão);
  • Sentimento de protecção gerado pela presença do cão, guardião do lar;
  • Amizade, camaradagem e ligação emocional, por vezes, muito intensa que ligam o proprietário ao seu fiel amigo de 4 patas;
  • Responsabilidade assumida através da aquisição ou adopção de um cachorro;
  • Ajuda proporcionada pelo cão em termos da educação das crianças. Aliás, os psicólogos recorrem a este animal para facilitar a reinserção de delinquentes infantis e juvenis ou de crianças e jovens problemáticos;
  • Compreensão e simpatia que rodeiam o cão, susceptíveis por vezes de transfigurar o ser humano;
  • Sensação de valorização e realização experimentadas por algumas pessoas quando acompanhadas pelo seu cão;
  • Ajuda em termos de contactos sociais, numa sociedade onde dificilmente se fala com desconhecidos, e onde o facto de passear o animal possibilita o diálogo com outros donos de cães.
DEVERES E OBRIGAÇÕES

Ter um cão em casa não se traduz apenas por aspectos positivos e, como tal, requer uma reflexão profunda antes de tomar a decisão de adquirir o animal. Efectivamente, dever-se-á estar consciente dos factores restritivos a que obriga a presença de um cão:
  • Diminuição da liberdade, pois é preciso cuidar do animal, inclusivamente nos fins-de-semana e durante as férias (muitos apercebem-se deste facto demasiado tarde e abandonam o seu animal durante este período!);
  • Custo financeiro originado pela presença do animal que deverá ser identificado, vacinado, desparasitado, mantido, alimentado e tratado em caso de doença;
  • Tempo que lhe deve ser dedicado. As noções de higiene a que o dono se deve obrigar e que deve inculcar ao animal, sobretudo, num ambiente familiar;
  • Problemas com os vizinhos, de tal forma comuns que qualquer proprietário deverá estar preparado para eles;
  • Problemas familiares criados por ocasião de uma separação, de um falecimento, de um divórcio ou, por vezes, de uma simples doença;
  • Riscos para as outras pessoas, na medida em que algumas têm medo de cães, ou outras, pelo contrário, fazem-lhes festas sem qualquer precaução. Tal facto pode resultar uma eventual mordidela, mesmo não se tratando de um animal agressivo mas que, pura e simplesmente, foi surpreendido.